Eu despetalo Os traços que trago No último cigarro Tantas vozes no quarto Pressionadas contra a parede Últimos ideais no nó Do marinheiro com dó e nó No peito Na despedida do cais A sós Com as pétalas tragadas Enfileiradas no gargalo Trago um fiasco Ao longo do dia Ouço recados Das vozes que temem o mar.
O improvável sorri com dentes de hiena. Bem-vindo(a).