N. Nei andava em círculos pelo enorme pátio e não sabia mais se tinha feito a coisa certa. Foram muitas batalhas e escândalos até ali. Muitos obstáculos que ela não enfrentou. Simplesmente os desviou. Agora eles eram fantasmas enormes cheirando a mofo correndo atrás dela com seus ecos assustadores. Conhecia muito bem todo o casarão. Todos os quartos. Todos os armários. O único lugar que lhe dava conforto era o enorme pátio redondo no centro da construção antiga, com um chafariz imenso de águas verdes. Arrastava-se como um réptil sedento ao redor da água barulhenta, que subia alto e despencava no pequeno mar cercado de concreto. N. Nei sabia, acima de tudo, que a próxima batalha seria sangrenta e talvez a última para ela. Impossível sobreviver. Os inimigos eram incontáveis e as armas eram desconhecidas. Seu arsenal minguava. Cada lua não trazia a resposta desejada. No pátio havia seis portais imensos. Cada um desembocava em um lugar distinto do casarão. N. Nei tinha conhecimento p...
O improvável sorri com dentes de hiena. Bem-vindo(a).