Domingo tem cheiro De limão galego Cortado por quem Não está mais aqui De manhã Quando é domingo Se por acaso um limão partido Aparece Mesmo sendo taiti Sinto saudade de um tempo De quem não está mais aqui Lágrimas surgem De limões De memórias empilhadas De olfato cauteloso Não de cebolas.
O improvável sorri com dentes de hiena. Bem-vindo(a).