Nem tudo será perdido Meu amor de pântano Meus prantos A cântaros Canto Como o rouxinol Roxeado preso na gaiola Tudo era tão claro Esparso E foi ficando Estando, pântano Canto óperas de faces maquiadas Maquiavelicamente maniqueísta Réquiem de uma nota só De dentro do bolso tiro ainda A corda com o último nó Atado por Seu canto de rouxinol de pântano Estalado na gaiola Enquanto o príncipe degola Enquanto saboreio meu gim Comendo seu rim Ah, acredite Nem tudo será perdido.
O improvável sorri com dentes de hiena. Bem-vindo(a).