No fio da navalha
Cortou o último pão
Dividiu entre os cães
E os rostos vigilantes
Pendurados na parede
Tirou da sacola
Uma armadura potente
Vestimenta da noite
Quando as pinturas adormecem
As grades das janelas cercam
Chão com farelos
Céu estrelado
Perfeito
No fio da navalha
Afia os pensamentos
Fatia os dias
Galões de adrenalina
Garganta destilada
É a navalha que dita
Bote da serpente
No fio da navalha
Corta o último pão
Traços riscados nas paredes
As pinturas avisarão
A hora do risco certeiro.
Cortou o último pão
Dividiu entre os cães
E os rostos vigilantes
Pendurados na parede
Tirou da sacola
Uma armadura potente
Vestimenta da noite
Quando as pinturas adormecem
As grades das janelas cercam
Chão com farelos
Céu estrelado
Perfeito
No fio da navalha
Afia os pensamentos
Fatia os dias
Galões de adrenalina
Garganta destilada
É a navalha que dita
Bote da serpente
No fio da navalha
Corta o último pão
Traços riscados nas paredes
As pinturas avisarão
A hora do risco certeiro.
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