Dos azuis encontrados Estendidos na relva Salvam-se os que foram pintados Por humanos que ainda creem na salvação Dos vermelhos tirados Das árvores mortas Ficam os pontilhados Das lanternas que vigiam Dos verdes desbotados Em casas esquecidas Restam retratos e tatuagens Sob lápides vigorosas Dos amarelos sorridentes Espetados nos montes Valem os que persistem Nas guerras incontroláveis dos egos Dos brancos pálidos Em barbantes podres Amarram-se gentilezas perdidas Impossíveis de serem vistas O tempo fechou sobre o marrom dos telhados Das lamúrias que eram de vidro.
O improvável sorri com dentes de hiena. Bem-vindo(a).