O mar se dobrou todo imponente,
fez ruído de monstro implacável,
caiu como barra de ferro,
espalhou-se com força,
e se recolheu manso, manso,
até a fúria voltar e lhe romper em cólicas.
Mar agitado, revolto,
revoltado se ergue como morto de tumba,
faz ruído de tiranossauro,
cai como pata de monstro das neves,
espalha-se sem nenhuma vergonha,
lambe o chão como escravo,
e vencido se recolhe manso, manso.
Quem atiçou a ira do mar?
Quem lhe perturbou o sono secular?
Quem o condenou a urrar a dor enclausurada?
Por anos,
por séculos,
em estalos eternos.
O mar que nunca traga a terra,
a terra calma sempre afagando o mar.
fez ruído de monstro implacável,
caiu como barra de ferro,
espalhou-se com força,
e se recolheu manso, manso,
até a fúria voltar e lhe romper em cólicas.
Mar agitado, revolto,
revoltado se ergue como morto de tumba,
faz ruído de tiranossauro,
cai como pata de monstro das neves,
espalha-se sem nenhuma vergonha,
lambe o chão como escravo,
e vencido se recolhe manso, manso.
Quem atiçou a ira do mar?
Quem lhe perturbou o sono secular?
Quem o condenou a urrar a dor enclausurada?
Por anos,
por séculos,
em estalos eternos.
O mar que nunca traga a terra,
a terra calma sempre afagando o mar.
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