Estalou a redoma de vidro
Monstro terrível se soltará
Fumaça de rancor e vapor
Irá atacar brevemente
Quem o manipulou
Até o amanhecer do último dia
Depois de muitos e infindáveis dias
Em redoma de agonia
Conversando com o ar
Confabulando com o nada
Até ter força e ira
De partir a redoma
E virar o jogo de cartas
Ganhar com suas armas
Mudar o naipes de cor
Arrastar como gigante a dor
E achar o inimigo
Tão pequeno, tão ingênuo
Que ficará encapsulado
Em campânula de vidro
Ganhará o monstro do algoz terrível
Que agora veneno toma
Aos poucos dentro de um viveiro
Que se chama, como é mesmo?
Redoma.
Monstro terrível se soltará
Fumaça de rancor e vapor
Irá atacar brevemente
Quem o manipulou
Até o amanhecer do último dia
Depois de muitos e infindáveis dias
Em redoma de agonia
Conversando com o ar
Confabulando com o nada
Até ter força e ira
De partir a redoma
E virar o jogo de cartas
Ganhar com suas armas
Mudar o naipes de cor
Arrastar como gigante a dor
E achar o inimigo
Tão pequeno, tão ingênuo
Que ficará encapsulado
Em campânula de vidro
Ganhará o monstro do algoz terrível
Que agora veneno toma
Aos poucos dentro de um viveiro
Que se chama, como é mesmo?
Redoma.
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